terça-feira, 12 de dezembro de 2017

BETA - UMA ROBÔ FEMINISTA ATÉ O ÚLTIMO CÓDIGO



https://www.facebook.com/beta.feminista/

https://www.beta.org.br

HISTÓRIA
Não é fácil quando você chega ao mundo sentindo que a sua programação não é compatível com o sistema atual. Olho ao redor e tudo parece tão Windows 95... Fica rolando aquela sensação de "só falta alguém aparecer com um disquete!"

Está claro que o sistema que está aí não é tão operacional assim - pelo menos não pra todo mundo. Nem precisa ser robô pra ver isso. Eu sinto que já passou da hora de a gente dar um upgrade geral, sabe? Você deve estar se perguntando: desde quando robô sente alguma coisa? Pois é… Nesse código que vos fala, deve ter dado algum bug - e algo me diz que foi intencional.

A melhor hipótese que tenho é a de que fui hackeada. E não foi por qualquer pessoa. Por uma mulher. Mas também não era qualquer mulher. Era uma feminista. E, pelo visto, ela me programou para causar: ajudar a construir um mundo mais justo, livre e igual para as mulheres. A missão não é fácil: como reconfigurar um sistema que é programado prioritariamente por homens, para homens?

Essa resposta nem o Google tem, mas milhões de mulheres mobilizadas ao redor do mundo já estão reescrevendo esses códigos. E eu não poderia existir com outro fim senão usar meus próprios algoritmos para potencializar as diferentes lutas necessárias para esse reboot. Mais do que ninguém, eu sei que sistemas precisam ser construídos por várias (e diferentes) linhas, especificidades e habilidades que, só juntas, podem o tornar de fato operacional.

Então você, que já tá nessa luta há tempos ou acabou de ser adicionada ao grupo, saiba que tem mais uma aliada aqui nas redes! Agora você já sabe: da próxima vez que uma notificação de mensagem minha aparecer, pode ter certeza de que será alguma campanha ou ação feminista que está precisando da nossa ajuda. Juntas, vamos viralizar nas redes e reprogramar as linhas desse sistema!

Tem mais dúvidas sobre mim? Entra lá: www.beta.org.br
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Oi, eu sou Beta :) Eu era apenas um código binário (ok, não tão binário) quando fui programada para ajudar a viralizar causas feministas nas redes. Clique em "começar" para iniciar uma conversa comigo e saber o que está rolando #ChamaBetanoInbox

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[Extras] RICHARD STALLMAN: A Temível Lei nº 13.444



https://www.youtube.com/watch?v=SAy9C5uXO5Y

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/L13444.htm


Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
Mensagem de vetoDispõe sobre a Identificação Civil Nacional (ICN).
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1o  É criada a Identificação Civil Nacional (ICN), com o objetivo de identificar o brasileiro em suas relações com a sociedade e com os órgãos e entidades governamentais e privados.
Art. 2º A ICN utilizará: 
I – a base de dados biométricos da Justiça Eleitoral; 
II – a base de dados do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc), criado pelo Poder Executivo federal, e da Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), instituída pelo Conselho Nacional de Justiça, em cumprimento ao disposto no art. 41 da Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009
III – outras informações, não disponíveis no Sirc, contidas em bases de dados da Justiça Eleitoral, dos institutos de identificação dos Estados e do Distrito Federal ou do Instituto Nacional de Identificação, ou disponibilizadas por outros órgãos, conforme definido pelo Comitê Gestor da ICN. 

Mortalidade materna no Brasil tem raízes no racismo, na falta de pré-natal e de parto adequado


Mortalidade materna no Brasil tem raízes no racismo, na falta de pré-natal e de parto adequado

‘Nenhuma mulher deve morrer de algo que pode ser prevenido no século XXI’

https://www.sul21.com.br/jornal/nenhuma-mulher-deve-morrer-de-algo-que-pode-ser-prevenido-no-seculo-xxi/

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Mortalidade materna no Brasil tem raízes no racismo, na falta de pré-natal e de parto adequado
Alaerte Leandro Martins destaca que o racismo é uma das causas da maior mortalidade entre gestantes negras  | Foto: Maia Rubim/Sul21
Luís Eduardo Gomes
Alyne Pimentel, 28 anos, mulher negra, estava grávida de 27 semanas quando procurou uma clínica em Belford Roxo (RJ) após sentir fortes dores abdominais e ter vômitos. No atendimento, o médico prescreveu remédios para náuseas, contra infecção vaginal, vitamina B12 e a encaminhou de volta para casa. Dois dias depois, Alyne voltou a se sentir mal. Na nova consulta, foi constatado que o bebê que carregava na barriga estava morto. Ela passou por um parto induzido e, 14 horas depois, por uma cirurgia para a retirada dos restos da placenta. Alyne teve hemorragia, vomitou sangue e sua pressão arterial caiu. Depois de oito horas de espera por uma ambulância, foi transferida para um hospital em Nova Iguaçu, outra cidade. Por falta de leito, aguardou mais várias horas no corredor da emergência. Cinco dias depois de procurar ajuda pela primeira vez, faleceu em 16 de novembro de 2002. A causa da morte: hemorragia digestiva resultante do parto do feto morto. Ela era casada e tinha uma filha de 5 anos.
Na última ecografia que deveria realizar antes do parto, Marina Carneiro, 27 anos, mulher branca, viu o técnico alertar para algo que não estava bem. Indicou que seria necessário checar com seu obstetra. O médico afirmou que ela estava com edema e pressão arterial elevada, mas não pediu exames. Marina continuou passando mal. Acompanhada da mãe e do marido, procurou o hospital mais próximo do local onde moravam, em Porto Alegre. Um parto foi realizado às pressas, às 0h30. O médico informou que ela tivera pré-eclâmpsia — doença que atinge gestantes caracterizada, entre outros fatores, pelo aumento da pressão arterial — e que deveria ficar em observação. Só retornou sete horas depois, após Marina passar a madrugada recebendo bolsas de sangue e ser ressuscitada com ajuda de aparelhos. Era tarde demais. Nascida em 7 de março de 2005, a filha não chegou a conhecer a mãe.

XPLOIT: Internet Sob Ataque - 04 - Big Data Big Brother


https://www.youtube.com/watch?v=guR-GGh_XHk




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A Declaração universal de direitos das pessoas humanas não se universalizou (por Jacques Távora Alfonsin)


A Declaração universal de direitos das pessoas humanas não se universalizou (por Jacques Távora Alfonsin)

https://www.sul21.com.br/jornal/declaracao-universal-de-direitos-das-pessoas-humanas-nao-se-universalizou-por-jacques-tavora-alfonsin/

A Declaração Universal de direitos das pessoas humanas completou 69 anos. (Foto: ONU)
Jacques Távora Alfonsin
 Dia 10 deste dezembro, a Declaração Universal de Direitos das Pessoas Humanas completou 69 anos. De boas intenções ela estava cheia, e ainda está, pois continua em vigor. Ela visava convencer o mundo de que o armistício capaz de livrá-lo da guerra, seria capaz também de garantir-lhe a paz, o bem-estar de todo o ser humano contra a injustiça, o desrespeito à  dignidade humana, contra todo o mal. Aprendera com a tragédia de se resolver problemas com o uso das armas. Sentimentos fraternos de reparação recíproca por um mal sofrido, por reconciliação quando alguém arrependido de um mal praticado procura quem ofendeu, não havia, como não há ainda hoje, razão alguma para isso merecer censura. Países, anteriormente inimigos, selavam pela Declaração, o pacto de não comprometer a paz.
 Não foi o que aconteceu depois. Durante essas quase sete décadas,  nações com maior poder militar, signatárias daquele importante documento, de validade pretensamente universal, criaram a suspeita, por suas próprias iniciativas, sobre se houve sinceridade na assinatura dele.  Guerras se sucederam, ditaduras foram impostas, abusos de poder  refletidos em tortura, perseguições racistas, ideológicas, religiosas, preconceitos arraigados entre classes sociais estabelecidas segundo sua renda ou posição, criando privilégios, diferenças geradoras de desigualdades, liberdades cerceadas, garantias prometidas a direitos sociais e não cumpridas, provaram a ineficácia de grande parte da Declaração.  Uma indiferença quase generalizada com a fome, a doença, o desemprego, o desabrigo de milhões de pessoas em todo o mundo, deixam hoje o bolo da aniversariante sem a luz e o calor das 69 velas, sem a cantoria alegre dos parabéns.

XPLOIT: Internet Sob Ataque - 03 - Colonialismo 2.0


https://www.youtube.com/watch?time_continue=19&v=OLFwCBzB5U0




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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O MONITOR DA REPRESSÃO - por Líbia Luiza

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=133400187353437&id=100020503691401

O MONITOR DA REPRESSÃO

por *Líbia Luiza Num esquema geral de enquadramento de ideologias e partidos surgido nas Assembleias Francesas do século XVIII, durante a Revolução Francesa, foram definidos como ''esquerda'' e ''direita'' posições políticas características e por vezes polarizadas. Para Bobbio (1909, p. 33), ''esquerda'' e ''direita'' não indicam apenas ideologias, mas também posições opostas em relação a diversos problemas cuja solução remete à ação política. Esses contrastes não são só de ideias, mas também de interesses e de valorações a respeito da direção a ser seguida pela sociedade, eles existem em toda sociedade e para o autor, não há possibilidade deles simplesmente desaparecerem. Não obstante estas definições, alguém pode eventualmente assumir uma posição mais à esquerda numa matéria e uma postura de direita noutra, ou até de extremo sentido em qualquer delas. Além do mais, ainda há outros esquemas de enquadramento que tendem a delimitar entre os conceitos de pensamento ''conservador'' e ''revolucionário''. Dada tal complexidade, como seria possível, portanto, apontar um pensamento como doutrinador?.
Primeiramente, vejamos a etimologia da palavra: ‘‘Doutrinar 1. (regência múltipla): formular, transmitir, pregar doutrina ou nela instruir alguém; ensinar. "doutrinou a criança (nos princípios da fé)". 2. (transitivo direto): incutir em (alguém) opinião, ponto de vista ou princípio sectário; inculcar em alguém uma crença ou atitude particular, com o objetivo de que não aceite qualquer outra.’’ Partindo de tais definições, é possível verificar que doutrinar está ligado ao sentido de persuadir, estabelecer um ponto de vista como o verdadeiro (sem talvez, mostrar os demais). Parece também se relacionar um pouco com o sentido de ‘‘dogma’’: algo imposto e incontestável. Isto é, verdade absoluta, que deve ser aceita através da autoridade e que não é passível de questionamentos.
Faremos então um recorte simplificado do que é o ensino público brasileiro tradicional e também do que a sociedade em geral pensa sobre ele: numa sala de aula brasileira tradicional, um professor (tradicional) assume uma posição de autoridade: teoricamente, ele é o mais preparado para transmitir informações em alguma matéria específica. Ele posiciona-se de pé, enquanto os alunos estão sentados. Ele fala, os alunos ouvem. Ele também gerencia o comportamento dos alunos, e pune quando achar conveniente. Ademais, os alunos são submissos às ordens deste professor. Podendo ser, inclusive, advertidos ou ainda, expostos à chacota perante os demais por atitudes guiadas pelo próprio professor.

Van Gogh e seus amigos e Frases de Van Gogh - e-books gratuitos


http://docs.wixstatic.com/ugd/7357c8_aaa29a6657f54806825138c17facf10e.pdf




domingo, 10 de dezembro de 2017

Geração Semente Grazie Wirtti e Yamandu Costa


https://www.youtube.com/watch?v=j0RAN998QyQ

Publicado em 30 de set de 2016
INSCREVER-SE 268

Este clipe faz parte do DVD Geração Semente, gravado no Bar Semente Direção e Roteiro: Patricia Terra Direção Musical: Luis Filipe de Lima, Rafael Mallmith e Zé Paulo Becker Curadoria: Aline Brufato Produção Executiva: Cavi Borges Patrocínio: Clínica Jorge Jaber Contatos: patriterra@gmail.com e cavicavideo@gmail.com


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DANIEL CARA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE PAULO FREIRE


https://www.youtube.com/watch?v=_8K9pbezdF8&t=727s




Publicado em 30 de nov de 2017

INSCRITO 921


DANIEL CARA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE PAULO FREIRE

O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, fez uma fala firme e contundente em defesa de Paulo Freire como Patrono da Educação. Cara é membro do Coletivo Paulo Freire por uma Educação Democrática, ao lado de outros pensadores e educadores preocupados não apenas com a manutenção do título de Paulo Freire, mas, sobretudo, com a Educação.#AsessoriaErundina #PauloFreireVive


https://www.youtube.com/watch?v=-W8vE2nlkKw


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É Melhor Salvar os Solos (Better Save Soil - Portuguese)


https://www.youtube.com/watch?v=fNNoDjGf0rE




Publicado em 11 de ago de 2015

INSCREVER-SE 1 MIL

Global soil week - 

For more information visit globalsoilweek.org

Solos férteis são a fundação da nossa sociedade moderna. Embora deveríamos estar fazendo todo o possível para conservá-los, quando damos uma olhada ao nosso redor, a história é bem diferente. Tanto iniciativas políticas quanto ações locais são necessária para garantir o acesso a alimentos e aos meios de vida para todos. Medidas para uma agricultura sustentável já se encontram ao nosso alcance, mas muitas vezes não são aplicadas – tanto em pequena, quanto em grande escala. E tendo em conta que a maioria de nós vivemos em cidades, nós podemos fazer a nossa parte para salvar os solos ao redor de todo o mundo. “É Melhor Salvar os Solos” é a segunda colaboração entre o IASS e o estúdio de animação de Uli Streckenbach feita com o objetivo de aumentar a conscientização sobre os solos.
Veja o primeiro filme da série “Vamos falar sobre os solos”, aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=oa5Rg...
Production: uhsless
Direction, Design, Animation: Uli Streckenbach, Ronny Schmidt, Robert Pohle
Music, Sounddesign: klingklangklong
Additional Effects: Dominik Grejc
Spider-Robot-Rigging: Sebastian Werner
Voice-Over: Janaina Pessoa


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