sábado, 24 de fevereiro de 2018

Documentário brasileiro sobre o golpe é aclamado no Festival de Berlim


https://www.youtube.com/watch?v=uPZS1J97Oxw




Publicado em 22 de fev de 2018
INSCRITO 78 MIL


O documentário brasileiro "O Processo", da cineasta Maria Augusta Ramos, foi o principal destaque do Festival de Cinema de Berlim, na Alemanha. O filme sobre o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2016, foi ovacionado durante o evento. O comentarista internacional, Flávio Aguiar, acompanhou a exibição do filme.


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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Duvivier - Viva a intervenção Militar!


Fonte da imagem : https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/gregorio-duvivier-nao-vamos-compartilhar-mais-porque-o-temerditador-proibiu-ok/

Gregorio Duvivier, na Folha de hoje, sendo ótimo:

Viva a intervenção militar! Chegamos a tal ponto que só o Exército vai pôr fim à roubalheira. Só não entendi por que ela começou no morro do Rio de Janeiro. Em Brasília, um terço dos congressistas está às voltas com a Justiça. De todas as favelas do Rio, nenhuma tem uma porcentagem tão grande de criminosos quanto o Congresso. Não somente em quantidade, mas em qualidade: duvido que a quantia total de furtos no Rio seja maior que a verba encontrada no apartamento de Geddel. "Sim, mas o problema do Rio é o tráfico de drogas." Se o problema fosse exclusivamente esse, também deveriam começar por Brasília. Nenhuma favela do Rio jamais esconderá tanta cocaína quanto o helicóptero daquele senador do PSDB. Há quem diga que a intervenção no Rio se dá por causa de um clamor popular. Pesquisa feita em 24h pelo governo federal afirma que 83% da população carioca é favorável à intervenção, noticiou o "Globo". Ora, se Temer se importasse, de fato, com o clamor popular, se retiraria imediatamente do cargo. Espanta que o presidente menos popular da história ainda esteja interessado em saber o que o povo pensa. Se a população for consultada, fica muito claro que a metástase a que ele se refere tem nome e sobrenome: o seu. Depois, resta saber se algum favelado foi ouvido nessa pesquisa. Acho que não se encaixam na categoria "cidadãos" nem "cariocas". Vale lembrar que até o IBGE, um instituto muito mais sério que o governo Temer, ainda sustenta que a Rocinha tem 69 mil habitantes, enquanto a Light registra 120 mil e a Associação de Moradores estima em 200 mil. Se nem o censo subiu a favela, pode ter certeza de que Temer fez essa pesquisa que nem as plásticas da sua cara: a toque de caixa, pagando pra algum amigo. A estratégia é batida. Assim como nas guerras americanas "ao terror", o governo inventa um adversário para unir a população. No caso dos americanos, escolhe-se um inimigo externo, de preferência bem longe, pro sangue não respingar. O Brasil não faz cerimônia: escolhe os iraquianos aqui mesmo, pela renda e cor de pele. Temos a sorte de ter uma parcela sub-humana da nossa própria população, de quem a morte não comove muito. Em tempos de crise, isso ainda gera economia em passagens aéreas. Enquanto isso, o inimigo em comum continua sentado na cadeira presidencial. Já que Temer tá interessado em ganhar popularidade, fica a dica: seu desaparecimento é mais popular do que qualquer intervenção.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2018/02/nenhuma-favela-e-tao-criminosa-quanto-o-congresso.shtml


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Carmen Miranda - Tico-Tico No Fubá


https://www.youtube.com/watch?v=bioGCIPKuiM




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AS ORIGENS DO COMANDO VERMELHO EXPLICAM POR QUE O BRASIL É TÃO VIOLENTO



AS ORIGENS DO COMANDO VERMELHO EXPLICAM POR QUE O BRASIL É TÃO VIOLENTO

A história do crime organizado no Brasil é também a resposta sobre os reais motivos que o transformaram num dos países mais perigosos do mundo.


*para ler acessar: 




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Iconografia

A iconografia (do grego "eykon", imagem, e "graphia", descrição, escrita)[1] é uma forma de linguagem visual que utiliza imagens para representar determinado tema. A iconografia estuda a origem e a formação das imagens.
Na indústria editorial, a iconografia é a pesquisa e seleção das imagens que serão publicadas em um livro, seja como tema principal da obra ou como complemento de um texto. A pesquisa iconográfica pode enriquecer um texto sobre um período histórico com imagens de esculturasobras arquitetônicasquadros ou fotografias de pessoas. O pesquisador iconográfico pode ser funcionário da editora ou um profissional independente. A iconografia de uma obra editorial é o conjunto das imagens que integram essa obra, seja um livro, série ou coleção.


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Victor Hugo - Os Miseráveis

"Nunca temamos os ladrões nem os assassinos. Estes são perigos externos, pequenos perigos. Temamos a nós mesmos. Os preconceitos, esses são os ladrões; os vícios, esses são os assassinos. Os grandes perigos estão dentro de nós. Que importa o que ameaça nossa vida ou nossas bolsas?! Preocupemo-nos apenas com o que ameaça nossa alma."
Os Miseráveis, de Victor Hugo

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Sem educação, os homens “vão matar-se uns aos outros”, diz António Damásio



Sem educação, os homens “vão matar-se uns aos outros”, diz António Damásio

Neurocientista lança novo livro em Portugal. 

LUSA 31 de Outubro de 2017, 21:55 

https://www.publico.pt/2017/10/31/ciencia/noticia/sem-educacao-os-homens-vao-matarse-uns-aos-outros-diz-antonio-damasio-1791034

 

O neurocientista António Damásio advertiu que “se não houver educação maciça, os seres humanos vão matar-se uns aos outros”.
O neurocientista português falava no lançamento do seu novo livro A Estranha Ordem das Coisas, que decorreu esta terça-feira em Lisboa, na Escola Secundária António Damásio, e defendeu perante um auditório cheio que é
preciso educarmo-nos para contrariar os nossos
instintos mais básicos, que nos impelem a
pensar primeiro na nossa sobrevivência.(...)

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"El arte es la posibilidad de estar en lo verdadero y olvidarse de la realidad " - Cultura Inquieta

Aprende las reglas como un profesional para poder romperlas como un artista" Picasso

http://culturainquieta.com/es/

"El arte es la posibilidad de estar en lo verdadero y olvidarse de la realidad "

http://culturainquieta.com/es/arte/pintura/item/13390-historia-del-arte-de-un-minuto-una-animacion-con-innumerables-estilos-artisticos.html?utm_source=Newsletter&utm_medium=22%20febrero



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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

KASE.O - ESTO NO PARA (Prod. CASH FLOW) VideoLyric Oficial


https://www.youtube.com/watch?v=9JAAh8P-PnU&sns=fb




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Intervenção federal no Rio - Vídeo de Gregório Duvivier


https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2018/02/nenhuma-favela-e-tao-criminosa-quanto-o-congresso.shtml



Gregório Duvivier

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-duvivier-explica-intervencao-no-rio-licenca-para-matar/


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Intervenção é paliativo com efeito político publicitário, diz sociólogo


Fernanda Mena - 18.fev.2018 às 2h00
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/02/intervencao-e-paliativo-com-efeito-politico-publicitario-diz-sociologo.shtml



SÃO PAULO
A intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro é uma aposta alta do presidente Michel Temer (MDB) em um modelo que traz mais efeitos políticos que soluções para a violência urbana fluminense.
É o que aponta o sociólogo Michel Misse, 66, coordenador do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Num momento de crise e de incapacidade das polícias de dar uma resposta razoável para o medo da população, chamar as Forças Armadas é uma forma politicamente eficiente de produzir, no curto prazo, uma sensação de segurança na cidade”, avalia. “Mas, se o critério for o aumento da violência, tem que intervir no Ceará e em tantos outros Estados com índices mais altos que os do Rio.”
Para Misse, o emprego das Forças Armadas é velho conhecido do Rio, não tem substância em termos de política pública nem resolve problemas que são estruturais. “A militarização da segurança vai no sentido contrário da modernização desejada para o sistema de Justiça Criminal, que compreende polícias, Ministério Público, Judiciário e sistema penitenciário”, diz.



Professor Michel Misse durante audiência pública no Senado
Professor Michel Misse durante audiência pública no Senado - Jefferson Rudy/Agência Senado

Folha - A proposta de intervenção federal na segurança pública é inédita. Quais seus efeitos práticos e políticos?
Michel Misse - Intervenções anteriores das Forças Armadas foram solicitadas pelo governador. O caso atual é diferente porque, na prática, [o governador Luiz Fernando] Pezão (MDB) dividirá o poder com um general do Exército e ficará submetido a decisões que não dependerão mais dele. Temer está apostando alto para viabilizar sua candidatura, até aqui considerada inviável pelas pesquisas. Por que o Rio e não outros Estados onde a violência é maior? 
Se o critério adotado foi o aumento da violência, então tem de intervir no Ceará. É falacioso o argumento de que o crime se espalhou pelo país a partir do Rio. As dezenas de facções que existem pelo país não vieram do Rio, mas do sistema penitenciário. Se fosse para falar em metástase do crime, o adequado seria falar do sistema penitenciário brasileiro. A impressão é de que se trata de uma forma de passar a ideia de que o governo está resolvendo o problema.
A proposta responde ao aumento da violência local ou à crise fiscal no Estado?
Um pouco de cada coisa. Houve um grande investimento em segurança pública durante os dois governos de Sérgio Cabral [MDB] e no início do governo [Luiz Fernando] Pezão que resultaram em indicadores positivos, principalmente nas áreas com UPPs [Unidades de Polícia Pacificadora], onde houve queda acentuada da taxa de homicídios e nos chamados autos de resistência [mortes em decorrência de ação policial]. A curva desses índices se reverteu com o agravamento da crise fiscal. Então existe uma correlação direta entre investimento e taxas de homicídio.
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