sábado, 21 de outubro de 2017

Contos da meia noite - O bebê de tarlatana rosa



https://www.youtube.com/watch?v=BOCuTjyBV4s 

Publicado em 4 de set de 2012
INSCRITO 450 MIL


O conto de João do Rio é interpretado pelo ator e apresentador Antônio Abujamra, no programa Contos da Meia Noite.


 
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Uma Informação Sobre a Banalidade do Amor - Arte Com Sergio Brito [Prog....



https://www.youtube.com/watch?v=7VtgT8YRlJs
 


Publicado em 4 de ago de 2011

INSCREVER-SE 27

Sinopse:
Esta obra, embora inspirada na relação entre Martin Heidegger e Hannah Arendt, é essencialmente uma peça de ficção. Muitos dos episódios e referencias estão baseados em fatos reais, outros são inventados ou imaginados.
Hannah e Martin se conheceram em 1924, nas aulas de Filosofia da Universidade de Marburgo. Foi o começo de uma relação professor/aluna, porém, esta relação erótico-intelectual encarnada em uma judia intelectual, se constituiu em símbolo da luta antifascista e a mais aguda analise dos fenômenos totalitários da modernidade e no maior filósofo do século XX.
Professor de Hannah, sendo casado e com filhos, tem sua paixão pela aluna chegar ao máximo pela consciência do ser e Hannah inclui uma informação sobre o amor que para ela, é amoral.
O amor dos dois será acompanhado pela memória que é a consciência inserida no tempo; A história se passa em cinco encontros, que caminha junto à história do nazismo.
Os diálogos são absolutamente fantásticos, onde a história e personagens confirmam que a palavra é a mais profunda ação dramática para mostrar a realidade espúria do mundo.
Ficha Técnica:
Com: Antonio Abujamra e Tatiana de Marca
Autor: Mario Diament
Tradução e Adaptação: Antonio Abujamra
Direção: Antonio Abujamra
Cenografia e Figurino: J. C. Serroni
Iluminação: Antonio Abujamra e Pedro Paulo Zupo
Trilha Sonora: André Abujamra
Registro Audiovisual: Pedro Paulo Zupo
Colaboração Técnica: Olgária Matos
Programação Visual: Carol Godefroid
Assistentes de Direção: Gonzaga Pedrosa e Miguel Hernandes
Produção de Estreia e Assessoria de Imprensa: Léguas Produções
Patrocínio Caixa Econômica Federal
SERVIÇO:
Teatro: Drama
Uma Informação Sobre a Banalidade do Amor
Duração: 60 minutos
Autor: Mario Diament
Tradução, Adaptação e Direção: Antonio Abujamra
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro -- Teatro de Arena
Avenida Almirante Barroso, 25, Centro
Informações: 2544-4080
Temporada: de 24 de março a 03 de abril de 2011
Horário: Quinta a domingo, às 19h30
Ingresso: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00
Classificação Etária: 12 anos
Acesso para pessoas com deficiência


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Heidegger por Abujamra.flv



https://www.youtube.com/watch?v=YKzDNQ3R1qE


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Jornalista Míriam Moraes, explica com detalhes como funciona a mídia bra...



https://www.youtube.com/watch?v=WCYBgZj7l7c&t=305s&list=WL&index=4

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Almirante Othon: finalmente livre o mais importante cientista nuclear brasileiro

Almirante Othon: finalmente livre o mais importante cientista nuclear brasileiro

14 10 2017 http://causaoperaria.org.br/blog/2017/10/14/almirante-otho-finalmente-livre-o-mais-importante-cientista-nuclear-brasileiro/


No último dia 11 de outubro, o Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF-2) concedeu habeas corpus e liberdade ao vice-almirante do Corpo de Engenheiros e Técnicos Navais da Marinha do Brasil Othon Luiz Pinheiro da Silva.
Othon foi condenado injustamente por corrupção pela operação fraudulenta e golpista da Lava Jato em 2016. Então com 77 anos de idade, sua pena foi de 43 anos (ou seja, prisão perpétua). Em um processo orientado e inspecionado atentamente pela CIA, sua pena foi a maior até momento: o dobro da aplicada a José Dirceu.
Quem é o vice-Almirantye Othon?
Othon é engenheiro mecânico, naval e nuclear e sua vida está profundamente ligada ao programa nuclear brasileiro. É um cientista de reconhecimento mundial, tendo recebido inúmeras homenagens por ser um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento de uma tecnologia para enriquecimento de urânio denominada ultracentrifugação.
Ele chefiou o programa secreto da Marinha que deu ao Brasil o domínio desta, que é uma das mais cobiçadas tecnologias do mundo. Foi dele a decisão final por escolher o caminho do Brasil na definição do conceito tecnológico usado até hoje. Neste conceito, desenvolvido pela Marinha brasileira, a técnica magnética substitui a mecânica, que é a utilizada pelos alemães, pelos russos e pelos norte-americanos e é conhecida como técnica de Zippe. Portanto, neste ponto a tecnologia brasileira está sozinha e é a única a utilizar a técnica magnética, superior, pois, à mecânica. Por isso seria estratégico que nosso País mantivesse esse segredo tecnológico e este segredo é oriundo das pesquisas do Vice-Almirante Othon.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

STF reconhece competência da Fepam para estabelecer restrições à pulverização aérea de agrotóxicos - Sul21

STF reconhece competência da Fepam para estabelecer restrições à pulverização aérea de agrotóxicos - Sul21 



https://www.sul21.com.br/jornal/stf-reconhece-competencia-da-fepam-para-estabelecer-restricoes-pulverizacao-aerea-de-agrotoxicos/



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Reforma da Previdência 'subiu no telhado', diz Paim - Sul21

Reforma da Previdência 'subiu no telhado', diz Paim - Sul21 



https://www.sul21.com.br/jornal/reforma-da-previdencia-subiu-no-telhado-diz-paim/



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O escândalo da ração é pior do que você pensa



https://www.youtube.com/watch?v=GcOy_0Qkyrc 

Publicado em 18 de out de 2017
INSCREVER-SE 12 MIL


O país inteiro acompanha com espanto o plano de João Doria de distribuir ração para a população mais pobre de São Paulo. A concepção de "combate à fome" do prefeito já rendeu enorme indignação. Só que a ração é apenas a ponta do iceberg. Tem esquema por trás desse absurdo. Assista ao vídeo e entenda.


 
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O neoliberalismo e a crise de valores

O neoliberalismo e a crise de valores

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2016/06/o-neoliberalismo-e-crise-de-valores.html

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Do site do Fórum-21:

No próximo sábado, dia 2 de julho, o Fórum 21 promoverá o debate “A Metafísica do Neoliberalismo e a Crise de Valores no Mundo”. O evento acontece das 9h às 12h30, na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP, (Rua General Jardim, 522, 7 andar), São Paulo, Bela Vista).

Participam do debate os professores Jung Mo Sung (Ciências da Religião – Universidade Metodista), Magali Cunha (Comunicação – Universidade Metodista) e Marilena Chauí (Filosofia – USP). Em discussão, a crise de valores da civilização ocidental frente a hegemonia do neoliberalismo que transforma, principalmente, por meio da comunicação, o Mercado em um ser metafísico, dotado de onipotência, onipresença e onisciência.

O tema Análise teológica da Economia Política: O caráter religioso do neoliberalismo será discutido pelo professor Jung Mo Sung, pesquisador da relação entre religião e economia. Ele discutirá o paradoxo do neoliberalismo: apesar de seu notório fracasso em todo o mundo, o Mercado se transformou em um ser metafísico, um verdadeiro deus, ampliando suas forças e conquistando mentes e corações.

Já o tema A Linguagem e o Discurso do Neoliberalismo será abordado pela professora Magali Cunha. Ela discutirá o papel da comunicação como veículo ‘proselitista’ do mercado, analisando como a manipulação do discurso contribui para a manutenção de uma excludente ordem política, econômica, social e ideológica.

A professora Marilena Chauí, por sua vez, encerrará as exposições com uma Abordagem filosófica da crise de valores atual. Não é somente uma crise política e econômica, mas também, institucional e civilizatória. Parece significar um momento de transição para algo que ainda não conseguimos vislumbrar. Diante disso, será possível identificar sinais do novo que está a surgir?

Convidamos a todas e a todos a participarem dessa discussão de fundamental relevância, principalmente, neste momento em que o Brasil sofre um dos maiores ataques do neoliberalismo em sua História.

Programação:

A Metafísica do Neoliberalismo e a Crise de Valores no Mundo

Trabalho escravo: nova norma só considera ‘bola de ferro no tornozelo’ ou ‘espingarda apontada pra cabeça’



Trabalho escravo: nova norma só considera ‘bola de ferro no tornozelo’ ou ‘espingarda apontada pra cabeça’

https://www.sul21.com.br/jornal/trabalho-escravo-nova-norma-so-considera-bola-de-ferro-no-tornozelo-ou-espingarda-apontada-pra-cabeca/



Portaria, anunciada na última sexta, foi publicada nesta segunda | Foto: Ministério do Trabalho do ES

Fernanda Canofre
Três dias depois de o Diário Oficial da União trazer a dispensa de André Roston, coordenador da divisão de fiscalização para erradicação do trabalho escravo do Ministério do Trabalho, a pasta anunciou uma nova portaria: 1.129. No papel, ela altera os critérios de definição do trabalho escravo no Brasil. A medida dispõe sobre conceitos como “trabalho forçado”, “jornada exaustiva”, “condições análogas à escravidão”, com a justificativa de “dar segurança jurídica à atuação do Estado brasileiro”. Na prática, no entanto, para especialistas, ela coloca em risco a segurança dos trabalhadores.
A norma diz, por exemplo, que para caracterizar uma situação análoga a trabalho escravo, o trabalhador deverá comprovar que tinha seu direito de ir e vir impedido e presença de segurança armada no local de trabalho. Comprovação de condições de trabalho degradante e jornadas exaustivas já não bastam. A mudança também transfere a divulgação dos nomes de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas para o próprio ministro do Trabalho. Antes, a lista era competência de técnicos do ministério.
Segundo informações que circularam na imprensa durante a semana, a portaria seria produto de uma negociata entre o governo de Michel Temer (PMDB) e a bancada ruralista, para garantir que a nova denúncia contra o peemedebista seja derrotada no Congresso. O que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nega em nota, apesar de defender a portaria e “defender a conceituação em Lei das definições específicas da caracterização de trabalho análogo a de escravo a fim de aperfeiçoar as relações de trabalho e garantir segurança jurídica para todos”.
Na leitura de juízes e procuradores que conversaram com o Sul21, a portaria contradiz decisões que vinham sendo adotadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), artigos da Constituição Federal, do Código Penal e da própria legislação trabalhista.
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